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Um olhar sobre a adoção em tempo de COVID-19

O louvável instituto da adoção não é prioridade nesse tempo de pandemia.

Muitos pais se perguntam neste período o que fazer com as crianças em casa para aproveitar o tempo livre. Brincadeiras, conto de histórias, assistir a filmes e desenhos tornam os dias melhores e mais felizes em meio ao que estamos vivendo, no entanto, muitas crianças e adolescentes não tem um lar para “chamar de seu”.

O caminho para ser percorrido para a adoção é longo, árduo e demorado. A recomendação de distanciamento social associado à nova periodicidade de trabalho do Poder Judiciário acaba por ferir o direito das crianças e adolescentes na busca pela adoção, pois o procedimento, como sabe-se, é burocrático.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), através das Resoluções n° 313/2020, 314/2020 e 318/2020, estabelece no âmbito do Poder Judiciário, o regime de Plantão Extraordinário para uniformizar os serviços judiciários, a fim de garantir o acesso à justiça neste período do coronavírus (COVID-19).

O sonho da adoção, portanto, não precisa ficar estagnado. Vários meios tecnológicos podem ser utilizados para avançar o processo de adoção, pois se de um lado existe uma família incompleta, de outra tem um ser humano em formação vulnerável de vida e aguardando ansiosamente por um lar.

Independente do perfil da pessoa adotada, a adoção é sempre um ato de amor e neste momento de pandemia o significado é ainda maior.

Fonte: Elisa Garcia Canto Rios – OAB/SC 50.398

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